Ser diferente é beber água de outra fonte

O que me custa mais nas viagens que faço é ver e reconhecer que, para além do património secular, dos cheiros, dos climas, que fazem a diferença dos lugares que cruzo, tudo o resto, que é actual, não passa de um copy and past de realidades importadas dos países ricos, das megacidades, das vedetices transmitidas pelos canais por cabo (ou fibra). Onde é que está a diferenciação criadora do ser humano? Somos todos iguais? Todos gordos, todos magros, todos a imitar o penteado do Cristiano Ronaldo (evoco-o por ser produto nacional, e o que é nacional é bom, segundo o slogan)? Tolice nossa. O mundo não é assim tão pequeno. Nós é que somos muitos, e a comunicação é urbi et orbi  repercutindo a voz do dono, os grupos de pressão instalados.

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