António Reis. “Eu não voo, ando: quero que me oiçam”

Meio século depois, a Tinta-da-China recupera uma das obras de culto da poesia contemporânea portuguesa. “Poemas Quotidianos”, do poeta e cineasta António Reis, faz regressar ao nosso convívio uma voz que precisou de apenas cem breves poemas para falar a essa altura em que todos podem ouvi-la claramente, mas que se fixa em nós como um segredo. e Meio século depois, a Tinta-da-China recupera uma das obras de culto da poesia contemporânea portuguesa. “Poemas Quotidianos”, do poeta e cineasta António Reis, faz regressar ao nosso convívio uma voz que precisou de apenas cem breves poemas para falar a essa altura em que todos podem ouvi-la claramente, mas que se fixa em nós como um segredo.

Fonte: António Reis. “Eu não voo, ando: quero que me oiçam”

Texto de Diogo Vaz Pinto no ionline

“A minha mãe é como uma estrela de cinema cheia de glamour” 

Sobre Paula Rego e o filme que o filho, Nick Willing, fez sobre a mãe e pintora. O filme será exibido na TV inglesa e, em Abril, em Portugal.

Fonte: “A minha mãe é como uma estrela de cinema cheia de glamour” – Observador

Livro e filme

Dedinhos de pé

Romance de Henrique de Senna Fernandes em que foi baseado o filme de Luis Filipe Rocha, com o mesmo título, retratando a vida em Macau nas primeiras décadas do século XX, protagonizado por Joaquim de Almeida, Ana Torrent, Jean-Pierre Cassel, João Lagarto, Vitor Norte, entre muitos outros actores, estreado em 1992.