Reler e pensar a poética de Manuel António Pina

Nesta tarefa de alto risco mergulha Rita Basílio, ao abordar a obra poética de Manuel António Pina, oferecendo aos seus leitores um livro que resulta da edição da sua tese de doutoramento, prefaciado pelo filósofo Sousa Dias. Guiada pela proposta de «ler uma pedagogia do literário em Todas as Palavras, de Manuel António Pina, procura aceder aos temas nucleares que, de acordo com a autora, se apresentam na sua poesia, como os da morte, da infância, da língua e da memória.

Fonte: Reler e pensar a poética de Manuel António Pina – Revista Caliban

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No centenário do nascimento de Mário Dionísio

Autor de uma obra multifacetada, Mário Dionísio é considerado o teórico mais importante do Neorrealismo. Poeta, romancista, ensaísta, professor e pintor “por capricho”, deixou milhares de cartas que trocou com amigos. Destas amizades nasceu uma exposição.

Fonte: No centenário do nascimento de Mário Dionísio

“Feminização” e “masculinização” na literatura

La archiconocida crisis de la masculinidad y de la autoridad paterna se representa en las obras escritas por varones como Knausgård, Moehringer o Coetzee.

Las cosas se complican, en efecto, cuando muchas escritoras se “masculinizan” en algunas de sus obras, llamémosle provisionalmente de ese modo, tanto en la temática elegida para su ficción como en la expresión que adopta su escritura e intereses literarios.

Fonte: La “feminización” de la literatura escrita por hombres

Helder Macedo. Camões & (a melhor) companhia literária

O novo livro de ensaios de Helder Macedo segue a mais alta linha de cumes da nossa literatura, de D. Dinis a Herberto Helder, imprimindo-lhe um olhar de inovação renovadae O novo livro de ensaios de Helder Macedo segue a mais alta linha de cumes da nossa literatura, de D. Dinis a Herberto Helder, imprimindo-lhe um olhar de inovação renovada&etilde;

Fonte: Helder Macedo. Camões & (a melhor) companhia literária por Teresa Carvalho.

CAMÕES e outros contemporâneos

“Tem­-se tentado separar o Camões malcomportado do sublime Camões da espiritualidade do amor”, escreve Helder Macedo num novo livro do qual o Observador publica um excerto.

Fonte: Camões, o malandro que se contentava com pouco – Observador