Zadie Smith: uma entrevista

Há autobiografia em Swing Time. A mulher sem nome que narra o quinto romance de Zadie Smith é emocionalmente como ela, birracial como ela, nasceu na mesma cidade, mas vive outra realidade. Smith atreve-se a escrever na primeira pessoa, e nesse eu há o eco da autora a questionar o poder.

Fonte: Zadie Smith: o escritor é um adolescente a fazer perguntas óbvias – PÚBLICO

A biblioteca do futuro 

Plantar árvores? Sim, decididamente! E desta vez são abetos, um milhar de lindos abetos, que crescerão (já estão a crescer, aliás) nos arredores de Oslo. Para quê? Ora leiam, que a história é bem bonita.

Fonte: A biblioteca do futuro – Horas Extraordinárias

Prémio Man Booker Internacional 2017

O escritor israelita David Grossman ganhou o prémio Booker pelo livro “Gran Cabaret”

La obra, una historia sobre un humorista de Tel Aviv, es reconocida como el mejor libro traducido al inglés el año pasado

David Grossman se ha convertido en el primer escritor israelí que gana el prestigioso premio Man Booker Internacional en lo que supone, entre otras muchas cosas, un regalo a la Feria Internacional del Libro que se celebra estos días en la ciudad donde nació hace 63 años, Jerusalén. Gran Cabaret, la obra premiada. fue elegida la a la mejor novela traducida al inglés en una ceremonia celebrada anoche en el Museo Victoria & Albert en Londres.

Fonte: ELMUNDO

Desgostei

Depois de ler “Um Copo de Cólera” de Raduan Nassar, fiquei com a sensação que o idioma do Brasil é uma língua de faz-de-conta, que em certos autores se afasta cada vez mais do português. Também não consegui gostar do espavento literário do Prémio Camões, 2016. Não me vejo a ler outras obras do autor, que, aliás, são escassas.

*** estrelinhas e não digas que vais daqui.

Roc, um pássaro imaginário

Nas Viagens de Marco Polo lê-se (segundo Jorge Luis Borges, em “O Livro dos Seres Imaginários”: “Os habitantes da ilha de Madagáscar referem que em determinada estação do ano chega das regiões austrais uma espécie extraordinária de pássaro a que chamam Roc. A sua forma é parecida com a da águia, mas é incomparavelmente maior. O Roc é tão forte que pode levantar um elefante com as suas garras, voar com ele pelos ares e deixá-lo cair lá do alto para o devorar depois. Quem viu o Roc garante que as asas medem dezasseis passos de uma ponta à outra e que as penas têm oito passos de comprimento.”

Jorge Luis Borges in “O Livro dos Seres Imaginários”

Isabel Allende: o amor na idade madura

 Siempre escoge un 8 de enero para empezar a escribir una nueva novela. Pero la última vez, frente a la pantalla, se sentía perdida, confundida, incapaz de llegar a ninguna parte. Isabel Allende tenía ideas vagas, el deseo de escribir sobre los refugiados, drama que conoce bien. En medio de la sequía creativa, dos semanas más tarde se desató en Nueva York la tormenta de nieve perfecta, con temperaturas, desde 1860, nunca tan bajas.

Fonte: Isabel Allende: “Mario Vargas Llosa se encontró con una mujer formidable” | Luces | Libros | El Comercio Perú