Filhos do vento

“Consta que na Lusitânia, nas proximidades de Olisipo (Lisboa) e das margens do Tejo, as éguas viram-se para o vento ocidental e ficam fecundadas por ele; os potros gerados assim são de uma admirável ligeireza, mas morrem antes dos três anos.”

Plínio, o Velho

Bahamut

“Deus criou a terra, mas a terra não tinha apoio e assim sob a terra criou um anjo. Mas o anjo não tinha apoio e assim sob os pés do anjo criou um rochedo feito de rubi. Mas o rochedo não tinha apoio e assim sob o rochedo criou um touro com quatro mil olhos, orelhas, narizes, bocas, línguas e pés. Mas o touro não tinha apoio e assim sob o touro criou um peixe chamado Bahamut, e sob o peixe pôs água, e sob a água pôs a escuridão, e a ciência humana não vê para além desse ponto.”

Bahamut é um peixe enorme que carrega a terra, na mitologia árabe.

Colosso de Rodes

Quem diria que, actualmente, estes duas colunas (à esquerda) encimadas por duas cabras simbolizam o Colosso de Rodes, à entrada do porto antigo, em Rodes? Ao lado direito, a imagem idealizada do que teria sido o Colosso de Rodes. Muitos investigadores admitem que o Colosso não existira à entrada do porto, mas numa colina fronteira.