Garcia de Resende

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Garcia de Resende, o compilador do Cancioneiro Geral. Poeta, músico, cronista, desenhador e, ao que parece, arquitecto. Homem de rara faceta, nasceu e morreu em Évora (1470-1536).

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Quem matou o poeta Luís Miguel Nava? 

No tempo em que festejavam o dia dos seus anos o poeta estava vivo e escrevia imagens que explodiam os sentidos. A 29 de setembro faria 60 anos. Quem celebra, quem lê, quem procura Luís Miguel Nava?

Não é certo o dia, a noite, a hora a assinalar no calendário. Sabe-se apenas que era maio de 1995 na Rue de la Madeleine, em Bruxelas e que aí morreria o poeta Luís Miguel Nava, tinha 37 anos. O corpo foi encontrado na cama, de mãos e pés amarrados e com um profundo golpe na garganta.

Fonte: Quem matou o poeta Luís Miguel Nava? – Observador

(Para ler o artigo siga o link acima)

 

Memória de prosadores e poetas

Alguém ainda se lembra de autores portugueses como José Rodrigues Miguéis, Fernando Namora, António Rebordão Navarro, Nuno Bragança, Jorge de Sena, Alves Redol, Augusto Abelaira, João Aguiar, ou António Alçada Baptista, tão diferentes entre si, mas tão de leitura obrigatória, isto para não falar de Agustina Bessa-Luís, Raul Brandão, Alexandre Cabral (…), que andam esquecidos por quem devia lembrá-los;

e

poetas como Egito Gonçalves, José Gomes Ferreira, Fernando Assis Pacheco, Natália Correia, José Bento, Papiniano Carlos, Luís Veiga Leitão, Daniel Filipe, Reinaldo Ferreira, esquecendo tantos outros neste espaço limitado, que apenas quer avivar memórias.

Fica um poema:

A UMA BICICLETA DESENHADA NA CELA

Nesta parede que me veste / da cabeça aos pés, inteira, / bem hajas, companheira, / as viagens que me deste

Aqui, / onde o dia é mal nascido, / jamais me cansou / o rumo que deixou / o lápis proibido…

Bem haja a mão que te criou!

Olhos montados no teu selim / pedalei, atravessei / e viajei / para além de mim.

Luís Veiga Leitão.

Adeodato Barreto

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Poema de Adeodato Barreto, que se encontra exposto no Parque dos Poetas, em Oeiras. Adeodato Barreto, foi um poeta e escritor luso-goês, radicado em Portugal. Faleceu muito novo, aos 32 anos, vítima de tuberculose. Foi pai do conhecido sindicalista e político Kalidás Barreto.

Rui Knopfli. Há uma cadeira vazia à mesa do poeta

Duas décadas depois do desaparecimento de Knopfli, uma pequenísima editora de Coimbra traz de volta do exílio e da morte um poeta desta língua que Moçambique não quis e Portugal não soube merecer e Duas décadas depois do desaparecimento de Knopfli, uma pequenísima editora de Coimbra traz de volta do exílio e da morte um poeta desta língua que Moçambique não quis e Portugal não soube merecer.

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Fonte: Rui Knopfli. Há uma cadeira vazia à mesa do poeta